Doenças não são apenas doenças. São processos intensos de ressignificação. De mergulhos em outras partes de si mesma. De transformação. E de amor. Sempre dizemos: o importante é que tenha saúde, porque do resto a gente dá conta. Ora, pois. Quando não tem saúde a gente também dá conta. Quando vivemos intensamente, e de coração aberto, a gente dá conta do que for. E que sejamos, sempre, mais generosidade e amor. Porque essa é a base para navegar em qualquer água e atravessar qualquer oceano.

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