sábado, 12 de setembro de 2015

Esqueci-me.
Esqueci-me do teu cheiro, tua fala mansa, o teu sorriso (e que sorriso!).
Esqueci-me que amava por dois, lutava, me importava, cansava e não desistia.


No entanto, eu lembrei-me.
Lembrei-me do meu amor, da minha doce e amada liberdade.
Lembrei-me de mim, exclusivamente de mim, a qual nunca deveria ter esquecido, descuidado, ignorado.



Lembrei-me do que havia esquecido. Esqueci-me do que era e é irrelevante. Insignificante.
 

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